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27 janeiro 2016

|| Resenha || A Rainha Vermelha - Victoria Aveyard



     
Título Original: Red Queen
Autora: Victoria Aveyard
Editora : Seguinte
Paginas: 424
Sinopse:

   O mundo de Mare Barrow é dividido pelo sangue: vermelho ou prateado. Mare e sua família são vermelhos: plebeus, humildes, destinados a servir uma elite prateada cujos poderes sobrenaturais os tornam quase deuses.

Mare rouba o que pode para ajudar sua família a sobreviver e não tem esperanças de escapar do vilarejo miserável onde mora. Entretanto, numa reviravolta do destino, ela consegue um emprego no palácio real, onde, em frente ao rei e a toda a nobreza, descobre que tem um poder misterioso… Mas como isso seria possível, se seu sangue é vermelho?

Em meio às intrigas dos nobres prateados, as ações da garota vão desencadear uma dança violenta e fatal, que colocará príncipe contra príncipe — e Mare contra seu próprio coração.




A Rainha Vermelha nos traz a história de um país e uma sociedade dividida entre vermelhos e prateados, onde os vermelhos são a plebe que vivem para servir os prateados que são a elite. Os prateados são considerados ‘’deuses’’ por terem poderes como os verdes que controlam a natureza ou os murmuradores que podem controlar a mente das pessoas (assustador)  etc.

Mare é uma vermelha que rouba pra ‘’sustentar’’ a família (e ela e muito boa nisso!), depois de um acontecimento inesperado, Mare fica até tarde roubando, até que um deles, prateado e influente, percebe que está sendo roubado e acaba dando um emprego para ela.

É então que Mare vai parar no palácio, ao chegar ela descobre que é o dia de um grande evento entre os prateados, onde o príncipe irá escolher a futura esposa. O Rei Tiberias VI tem dois filhos, o mais velho é filho de sua outra esposa que já morreu e o mais novo e filho da atual rainha.

A escolha das futuras princesas é feita a partir de uma demonstração onde as pretendentes de cada família demonstra seu poder. É nesse momento que algo inesperado acontece a Mare e ela (e toda a elite prateada) descobre que tem poderes. Mas isso é algo impossível, já que Mare é uma vermelha, então ela é obrigada a ficar no palácio e fingir ser uma prateada pra não ‘’influenciar’’ uma revolta vermelha.

Quando o livro foi lançado no ano passado, estava muito ansiosa pra ler, cheguei quase a comprá-lo, mas ao final da contas não deu certo. Minhas expectativas com esse livro não eram mais tão altas porque já tinha lido resenhas dizendo que havia recortes de outras histórias e que a história não era boa, o que praticamente me deixou sem expectativas pra ler.

Li o livro no começo desse mês em ebook e enquanto lia percebi elementos do gênero e até alguns que já foram apresentados em outras histórias, o que parecem sim, recortes de outras histórias. Isso não me incomodou e não atrapalhou minha leitura.

O contexto foi bem apresentado e a personagem principal, mesmo com um pequeno romance, não tira o foco de seu objetivo e nem tira o foco principal da história, que quase ao final, nos apresenta uma reviravolta surpreendente (para alguns, eu já sabia que aquele personagem não era de confiança!! Tentei avisar a Mare, mas ela não me ouviu!).

Sendo uma triologia (ou quadrologia? Não me lembro, desculpa), o livro nos deixa algumas incógnitas ao final, não apenas sobre a protagonista, mas sobre o que pode acontecer àquela sociedade que antes era ‘’perfeita’’ e que sofreu um colapso, com personagens que aparecem aos ‘’45 do segundo tempo’’ e também com os antagonistas e o que virá a seguir.

Como não tinha expectativas, amei o livro e mal posso esperar pelo segundo que será lançado agora em fevereiro/2016. Pra quem ainda não leu, o próprio livro já avisa:


‘’Todo Mundo Trai Todo Mundo’’









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