Autora: Kiera Cass
Tradutor: Christian Clemente
Editora: Seguinte
Páginas:361
Sinopse: Para trinta e cinco garotas, a “Seleção” é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis e vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha. Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes. Então America conhece pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma — e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.
Em Iléa, a sociedade se divide em castas, Oito pra ser exata. Cada casta determina seu status e o trabalho que exerce. Quanto maior o número, mais pobre é a família. América Singer é uma cinco, uma artista, ela levava uma vida boa ao lado dos pais, irmãos e de Aspen seu namorado(MAS NINGUÉM SABE! SHHH!)
Classificação:
Em Iléa, a sociedade se divide em castas, Oito pra ser exata. Cada casta determina seu status e o trabalho que exerce. Quanto maior o número, mais pobre é a família. América Singer é uma cinco, uma artista, ela levava uma vida boa ao lado dos pais, irmãos e de Aspen seu namorado
É então que conhecemos o
príncipe Maxon, que completará 18 anos e como diz a tradição, aos 18, o príncipe
faz a seleção, onde 35 garotas de todo o país ‘’concorrem’’ pela mão do
príncipe e conseqüentemente pela coroa. Essa é uma ótima oportunidade para
todas as moças, já que mesmo aquelas que não são a escolhida para princesa,
ficam famosas no país, o que as favorece e acabam casando-se com rapazes de
castas mais altas (na maioria das vezes).
América não quer participar
da seleção, não precisa disso, já tem o amor de sua vida bem ali ao seu lado,
mas sua mãe acha que é a oportunidade perfeita para que sua família melhore ‘’economicamente’’
falando. Mesmo contra sua vontade, Meri (para os íntimos) faz sua
inscrição e por acaso (conveniente, não?) é uma das escolhidas.
‘’Senhorita
América Singer, de Carolina,Cinco.’’
-Pág.65
Aspen, ao saber que ela havia entrado para a seleção,
termina com América, pois segundo ele, ela merecia coisa melhor que ele. América
vai então parar no palácio, onde faz uma amiga, Marlee Tames
‘’-Oi
– disse radiante – Meu nome é América.
-Eu
sei! – disparou a garota da esquerda, uma loira de olhos castanhos. Notei que
se tratava de Marlee Tames, de Kent. Uma Quatro. Ela Nem ligou para minha mão
estendida; partiu logo para um abraço.’’
-Pág.
91
América não pensa em vencer
a seleção, não quer nem participar de verdade, espera apenas poder aproveitar o
que o palácio pode oferecer de bom por um tempo e aproveitar a distância de
Aspen, porém, não é apenas dele que sente falta, mas também da família, logo na
primeira noite, ela não consegue ficar em seu quarto, queria ‘’tomar um pouco
de ar fresco’’ no jardim.
É claro que os guardas
tentaram pará-la, mas a dor cresce em seu peito e a impossibilidade de ir
apenas ao jardim começa a sufocá-la e ela começa a desmaiar nos braços de um
dos guardas, mas alguém a deixa sair e ela corre imediatamente para o jardim,
escorando-se em um banco.
‘’-Deixem-na
sair!
Era
uma voz jovem, mas cheia de autoridade.’’
-Pág.124
‘’Eu
queria percorrer todo o caminho até as árvores, mas minhas pernas só podiam me
carregar até aquele ponto. Cambaleei diante de em pequeno banco e ali fiquei...’’
-Pág.
125
O príncipe Maxon (REI DO
SAMBA) a deixa sair e vai verificar se está bem (pisava em terreno
perigoso!) e é claro, é recebido no modo Meri de ser.
‘’-Está
tudo be,querida? – ele perguntou.
-Eu
não sou sua querida.’’
-Pág.
126
América e Maxon criam uma
amizade em meio à situação, é então que Aspen aparece no palácio, como guarda.
América agora tem que lidar com o ex namorado por quem ainda sente alguma coisa,
andando pelos corredores do palácio, enquanto percebe que sua amizade com o
príncipe começa a se transformar em algo mais.
‘’
A Seleção não era mais uma coisa que me acontecia; eu era parte ativa dela.’’
-Pág.
357
A Seleção é um livro de
linguagem muito fácil, li o livro em um ou dois dias, no máximo, quando começa,
não quer para até terminar. Depois de ler, ainda insisti para Gaby ler, até ela
o fazer (de nada Gaby ;) e claro, ela também amou os livros.
A narrativa é em primeira
pessoa, vemos tudo pela visão da América, como ela lida com sua situação e
vemos como está dividida entre passado e presente. Sendo assim, o problema com
rebeldes (nortistas e sulistas) e a situação das castas não são os focos
principais da história.
A Seleção é o primeiro livro
de uma (triologia) série de cinco livros, em que o último, A Coroa, será
lançado esse ano. Mais alguém não está preparado psicologicamente para isso?
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